quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. - Isaías 9


No final do capítulo oitavo de Isaías, Deus revelou pelo profeta que haveria trevas para aqueles que permanecessem na impiedade.
Mas no início do nono capítulo é dito que estas trevas poderão ser dissipadas pela fé nAquele que foi dado também como luz para os gentios, além de ter sido dado também para Israel, que o rejeitaria.
Por isso continuam as conexões de promessas de bênçãos para os que crerem no Messias, que também é prometido neste capítulo como alguém que seria dado a Israel como um menino, que traria sobre os seus ombros a responsabilidade de governar o povo do Senhor, certamente não como um menino, mas pela perfeita humanidade e divindade que seria manifestada naquele menino, que cresceria em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens, e que por isso recebe um nome divino múltiplo de Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.
O menino que foi dado como Salvador do povo de Deus é também o Deus Forte, o Pai Eterno, o Príncipe da Paz, e é também Maravilhoso, porque não é um governante distante, mas um governante que vive como Conselheiro garantindo a paz daqueles que se colocam voluntariamente debaixo do Seu governo amoroso, pela fé nEle. 
Por isso o destino do seu governo e da paz deste governo é ser eterno, e regerá sobre o trono de Davi, que era da tribo de Judá, para estabelecer e fortificar o reino em retidão e em justiça, para todo o sempre (v. 7).
Deus faria isto por causa do Seu zelo em cumprir a Sua Palavra, especialmente em razão da promessa que fizera aos patriarcas, especialmente a Abraão de abençoar no seu descendente (Cristo) todas as nações da terra.
 A consequência da rejeição deste Governante divino não poderia ser outra senão as ameaças que são descritas na parte final de Isaías 9, particularmente para aqueles que o rejeitariam em Israel, a quem cabia recebê-lO, porque veio primeiro para eles, por serem o povo de Deus na Antiga Aliança, e no entanto, eles não o receberiam, e daí as ameaças que lhes são dirigidas não somente no nono capítulo, como também em várias outras passagens do livro do profeta Isaías.


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